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Este primeiro post irá mostrar para você o passo-a-passo de como você consegue emitir bilhetes aéreos para qualquer destino utilizando milhas.
Vamos começar com uma emissão para os EUA?
O primeiro passo para descobrir como ir de um destino (aeroporto) a outro (aeroporto) é utilizando uma importante ferramenta chamada Flight Connections.
Vamos começar utilizando o aeroporto de São Paulo (GRU) para o nosso estudo: ao inserir o aeroporto GRU no campo “From”, veja o que acontece:

Todos os pontos encontrados representam destinos possíveis de serem atingidos em voos diretos partindo de São Paulo (GRU).
Como nosso objetivo é voar para os EUA, vamos descobrir quais os pontos em azul que estão localizados lá. Você deve ter encontrado: Los Angeles (LAX), Dallas (DFW), Houston (IAH), Chicago (ORD), Atlanta (ATL), Orlando (MCO), Miami (MIA), Washington (IAD), Newark (EWR), New York (JFK) e Boston (BOS).
Vamos escolher um em específico? Que tal New York? Então vamos colocar JFK no campo de destino “To”.

Repare que no canto esquerdo agora apareceram três companhias aéreas que voam esse trecho GRU a JFK. Todos os dias da semana ao lado do nome da companhia significa que os voos são diários.
Outra forma bastante simples de descobrir as companhias que voam de uma cidade (ou aeroporto) a outra é utilizando o Google Flights (ou Google Voos). Ao consultar numa certa data (01/06/2026) um voo de São Paulo a New York e utilizando o filtro “Sem escalas”, o resultado encontrado foram as mesmas três companhias aéreas:

As companhias aéreas podem fazer parte de alguma aliança ou ter parceria bilateral. Vamos começar pela American Airlines?
Ela faz parte da aliança OneWorld, composta por 15 companhias conforme a seguir:

Contudo, ao pesquisar no site da American Airlines quis os seus parceiros, veja a relação:

Reparou em alguma companhia aérea familiar? Sim, a Gol é parceira bilateral da American, de maneira que com milhas da American (chamada AAdvantage) conseguimos emitir voos da Gol, e com milhas da Gol (Smiles) conseguimos emitir voos da American.
Para nós, brasileiros, conseguimos fazer emissão para os EUA (destino JFK) mais facilmente utilizando os programas AAdvantage, Smiles e das parceiras* de aliança British, Iberia e Qatar. Existem outras mas nos concentraremos nas mencionadas acima.
E em qual desses programas o custo de emissão sai mais barato? Aguarde…*
A Delta faz parte de outra aliança, a SkyTeam, composta por 18 companhias aéreas conforme a seguir:

Apesar de ser possível acumular milhas em programas de parceiros como Air Europa, Air France ou Virgin Atlantic, o principal programa de milhas é outro.
Ao visitar o site da Delta e consultar os parceiros aéreos, constará que a Latam é um de seus parceiros bilaterais.

Sim, através do programa Latam Pass é possível emitir voos para diversos destinos nos EUA, seja utilizando a tabela fixa quanto também a tabela dinâmica.
Mas qual deles vale mais a pena? Aguarde…*
A Latam não faz parte de nenhuma aliança internacional. Aliás, desde a Avianca Brasil, que fazia parte da Star Alliance, nenhuma companhia aérea brasileira participa de qualquer aliança.
Mas ela possui acordo com diversas companhias aéreas. No site Latam Pass, ela informa que possui parceria com: Delta, AeroMéxico, Iberia, Japan Airlines, Qantar, Qatar, Alaska, Austrian, British, Cathay Pacific, Finnair, Lufthansa, Royal Air Jordanian, Swiss e Virgin Atlantic.
Mas de toda essa relação, podemos afirmar que a Qatar e seu programa Privilege Club é o melhor para fazer emissões para voar Latam na tabela fixa para os EUA.

No site da Qatar ela informa que é possível utilizar as milhas do programa, conhecida como Avios, para fazer emissão para os EUA voando Latam.
Com apenas 25.750 Avios é possível voar pra lá em classe econômica, e com 77.250 em classe executiva, com muita disponibilidade de assentos, sabia disso?
Vamos confirmar isso?*
* Se você faz parte do nosso Close Friends, assista à aula gravada sobre o tema:
Nessa live vamos revisar todos os assuntos mencionados acima, fazendo comparativos de qual programa aéreo a emissão sai mais barata, se em tabela fixa ou dinâmica, e qual a disponibilidade em cada um deles.
Ainda não faz parte do nosso Close Friends? Então clique aqui e aproveite!

O JEITO MAIS FÁCIL DE ACHAR SUAS COISAS
Com o AirTag, fica muito fácil saber onde suas coisas estão. Prenda um nas chaves, coloque outro dentro da mochila e pronto: seus objetos aparecem no radar do app Buscar.
Use o AirTag para encontrar suas chaves, carteira, bagagem, mochila e muito mais no app Buscar. Você pode fazer o AirTag emitir um bipe com o alto-falante integrado ou dizer algo como “E aí, Siri, encontra minha mochila”. Com a Busca Precisa, disponível em alguns modelos de iPhone, você sabe a localização exata do seu AirTag por perto1. E, se ele estiver em um lugar mais distante, as centenas de milhões de aparelhos Apple que formam a rede do app Buscar podem ajudar a localizá-lo. Tudo de forma anônima e criptografada para garantir privacidade
ESPECIFICAÇÕES:
– Resistência a respingos, água e poeira
Classificado como IP67 (profundidade máxima de um metro por até 30 minutos) segundo a norma IEC 60529
– Conectividade
Bluetooth para localização por proximidade
Chip U1 criado pela Apple para banda ultralarga e Busca Precisa
Contato por NFC para o Modo Perdido
– Alto-falante
Alto-falante integrado
– Bateria
Bateria de moeda CR2032 substituível pelo usuário
– Sensor
Acelerômetro
– Acessibilidade
O app Buscar é compatível com estes recursos de acessibilidade do iPhone:
VoiceOver
Inverter Cores
Texto Maior
Compatibilidade com terminais Braille
Requisitos do sistema e Compatibilidade
ID Apple
Modelos de iPhone e iPod touch com iOS 14.5 ou posterior
Modelos de iPad com iPadOS 14.5 ou posterior
Requisitos ambientais
Temperatura operacional ambiente: -20 °C a 60 °C
Conteúdo da caixa:
– AirTag com a bateria CR2032 instalada
– Tamanho
Diâmetro: 31,9 mm
Espessura: 0,80 mm
– Peso
11 gramas
PRODUTO A PRONTA ENTREGA, COM ENVIO IMEDIATO!
Garantia de fábrica: 90 dias
Pra começar, vamos fazer uma retrospectiva de como surfei essas ondas nos últimos 30 anos? Posso dizer que ganhei mais de um carro e milhões de milhas a custo zero. Parece um sonho mas era realidade, e tudo foi possível graças ao acúmulo de cashbacks e pontos dos cartões de crédito.
Posso afirmar que estou neste mundo desde o século passado! No período antes da moeda Real (criada em 1º de julho de 1994), as taxas de inflação eram altíssimas, chegando a 70%, 80% ao mês. Naquele cenário, algo que custava 100.000 cruzeiros hoje poderia estar custando 180.000 daqui 30 dias.
Cartões de crédito eram limitados a um público bem restrito e a utilização, somente em alguns estabelecimentos.

Com a chegada do Real e a redução da inflação, alguns temas começaram a ganhar importância. Fazer um plano de previdência até então era algo inimaginável, a ponto de não existirem profissionais especializados em ciências atuariais. Lembro de ter ido até a FEA (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade) da USP manifestar meu interesse em cursar o MBA Atuária, recém lançado pelo doutor Luiz João Corrar, mas que não foi autorizado pelo meu empregador na época.
A recusa em aprender ciências atuariais me trouxe benefícios.
Comecei então a estudar os diversos programas de cartões de crédito, e um dos que mais atraiu foram os cartões das montadoras de automóveis. Tive vários: GM Card, Volks Card, Citi Auto Rewards e, o melhor de todos, o Chevrolet Card, lançado pelo BB em 2007 e que oferecia 6% de cashback para a compra de um veículo 0 km.

Já imaginou acumular R$12.000 em cashback durante 36 meses e, ao comprar um Celta por R$24.000 (preço em 2010), poder pagar a metade com aqueles créditos? Parecia sonho mas era verdade! Mas com o tempo o percentual de cashback e os benefícios foram se reduzindo até o fim desses cartões. Mas durante esse período anos pude comprar 4 carros com cashbacks incríveis: dois Corsas, um VW Polo Sedan e uma GM Captiva.

Em 2009 surgiu a possibilidade de acumular pontos no programa Ponto pra Você do BB (antes de se chamar Livelo) através de pagamento de contas no cartão de crédito, oferecido sem taxas nos primeiros meses de lançamento. Com facilidade em cálculos e conhecimento do mercado financeiro, consegui juntar milhões de pontos a custo zero, quer dizer, a um custo negativo!
Mas como assim, negativo? Utilizando a matemática financeira, analisando as taxas de juros e sabendo calcular o valor presente de uma “dívida”, aliada à possibilidade de pagar em 30 dias com o cartão de crédito, descobri que era possível pagar boletos com uma taxa de juros inferior ao de investimento dos recursos (que seriam utilizados para pagamento do boleto), de maneira que era possível gerar pontos no cartão e acumular receita financeira, ou seja, o custo era negativo.

Durante 7 anos foi possível continuar gerando pontos a custo com essa estratégia, pagando contas e acumulando alguns milhões de pontos, até que a porteira foi fechada.
Mas como dizia Alexander Graham Bell, “quando uma porta se fecha, outra se abre”.
Com o fechamento da porta de pagamento de contas sem custos, outra porta se abriu: a porta dos aplicativos de pagamento!
Começando pelo Mercado Pago, depois passando por Pic Pay, Recarga Pay, Ame Digital e Iti. Nesses aplicativos, era possível continuar pagando contas através de cartões de crédito, mas desta vez sem juros, permitindo o acúmulo de milhares, ou até milhões de pontos com essa estratégia.

Isso perdurou até 2021, favorecido ainda pela taxa Selic de 2% ao ano em função da pandemia. Mas a partir do momento que o Banco Central começou a aumentar a taxa de juros (até os atuais 15% ao ano), a porta definitivamente se fechou.
Outras portas se abriram, mas nada tão atraente como foi até então.
Atualmente, ainda existem duas formas possíveis de se gerar pontos e milhas a custo zero:
– a primeira continua sendo através da utilização do velho cartão de crédito. Elas geram cashbacks, pontos ou milhas, sendo que esses dois últimos permitirão que você consiga emitir bilhetes aéreos com eles e te dará a agradável sensação de que está viajando na faixa!
– a segunda é através de compras bonificadas junto a parceiros desses programas de pontos e milhas. Oferecendo cashbacks como relatei no capítulo 3 – Definição de cashback, é possível comprar produtos e acumular 5 vezes, 10 ou até 20 vezes o valor gasto em reais.

Esta segunda maneira funcionou muito bem até 2024. De lá pra cá, muitas vezes o link para acúmulo desses produtos acumulando pontos e milhas mostra um preço maior do que quando adquirido sem acúmulo, de maneira que, apesar de permitir o acúmulo maior de pontos e milhas, não podemos mais considerar como sendo a custo zero, pois está pagando mais caro!
E é exatamente o acúmulo de pontos e milhas com custo que é a maneira mais popular nos dias de hoje. Seja assinando clubes ou comprando pontos e milhas, você consegue juntar uma quantidade expressiva de pontos e milhas.
E os programas de milhas libera alguns resgates a um custo (em milhas) bastante atraente, permitindo a quem conseguiu emitir a incrível sensação de que conseguiu emitir o bilhete pagando bem barato! E isso é o que torna o mundo das milhas fascinante para aqueles que sabem aproveitar essas oportunidades. Vamos aprender?